sábado, 19 de novembro de 2011

domingo, 14 de agosto de 2011

MUNDO



Grande
amenizando diversidades estonteantes
agonizando igualdades delirantes




grande ser bestial
vida celeste
sina 
agreste






serei nada
nada sei
nada
sei
madrugada




desterrada
destemida
nua
vida




iludida
preferida
lua
estampei
nada sei.


Débora Segala

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Índia -Criatividade -Originalidade


Ser original
Carnal
Decidir entre a luva e a pele




Ser transparente
Descobrir a vida das cores
sabores




Olhar sem julgar
aDmiRaR!!!
sedução
razão




Ter propósito
ser carne e osso
crer
agir 
rezar




às vezes não interpretar
calar
ver
perceber
admirar
cheirar




e ser cúmplice de algo maior
ser um todo
ser uno
amar
amar
amar


Débora Segala

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

MULHERES


Nós, elas, aquelas, Marias, Manoelas

Somos únicas


Maníacas

Aquarelas



Cheias de vida

de celulite e neuras

não irrite uma de nós

sabemos impor um ser feroz.


 Sorrindo e chorando
 nem sempre somos coerentes
 mas quando estamos amando
 ninguém é inocente.



sOmOs cOrAçÃo



somos corpo



e alma



vida e morte



música
 
 complexidades



aqui entre nós somos puro poder!



Abraço mulheres maravilhosas!
Débora Segala

domingo, 31 de julho de 2011

Chove Chuva!



Acho a chuva no inverno nostálgica, poética, introspectiva, por isso selecionei um pouco da arte da chuva.


Chuva

Do alto a brisa molhada
vai descendo e desenhando
como que se sentindo agoniada
vai vivendo e chorando.
No breu noturno do universo
canta a controvérsia...
               Débora Segala




Pensei em uma música da Vanessa da Mata que fala de chuva mas não pude deixar de lembrar de uma piadinha muito espirituosa que minha amiga Lene me mandou por e-mail, vou postar pois chuva também trazer umas risadas, não é?

 


ai = Dor
ai ai = Amor
ai ai ai = Preocupação
ai ai ai ai = Música Sertaneja
ai ai ai ai ai = Música Mexicana
ai ai ai ai ai ai ai ai ai ai ai = Vanessa da Matta










  
Chove. Há silêncio, porque a mesma chuva
 
Chove. Há silêncio, porque a mesma chuva
Não faz ruído senão com sossego.
Chove. O céu dorme. Quando a alma é viúva
Do que não sabe, o sentimento é cego.
Chove. Meu ser (quem sou) renego... Tão calma é a chuva que se solta no ar
(Nem parece de nuvens) que parece
Que não é chuva, mas um sussurrar
Que de si mesmo, ao sussurrar, se esquece.
Chove. Nada apetece...
Não paira vento, não há céu que eu sinta.
Chove longínqua e indistintamente,
Como uma coisa certa que nos minta,
Como um grande desejo que nos mente.
Chove. Nada em mim sente...
Fernando Pessoa





Abraço
Débora Segala

sexta-feira, 29 de julho de 2011

TEBE INTERESNO - FANTÁSTICO

A arte do designer russo Tebe Interesno pode ser classificada de duas formas, a primeira seria “intervenção”, a segunda seria “mistura”. Misturando ilustração, fotografia e manipulação ele modifica o sentido primário de uma fotografia e traz uma nova interpretação daquela imagem.
COISA DE GÊNIO CRIATIVO: 



eLE cRITiCa, cHoCA, eNcAnTa...




rEgANdo A TErRA!















pOtENcIaL dE gUeRRa nAs mãOs dE qUeM?


uAU!




...
sUbScREvO-mE!
DÉBORA SEGALA