"Seja qual for o seu sonho – comece. Ousadia tem genialidade, poder e magia." – Goethe
domingo, 14 de agosto de 2011
MUNDO
Grande
amenizando diversidades estonteantes
agonizando igualdades delirantes
grande ser bestial
vida celeste
sina
agreste
serei nada
nada sei
nada
sei
madrugada
desterrada
destemida
nua
vida
iludida
preferida
lua
estampei
nada sei.
Débora Segala
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Índia -Criatividade -Originalidade
Ser original
Carnal
Decidir entre a luva e a pele
Ser transparente
Descobrir a vida das cores
sabores
Olhar sem julgar
aDmiRaR!!!
sedução
razão
Ter propósito
ser carne e osso
crer
agir
rezar
às vezes não interpretar
calar
ver
perceber
admirar
cheirar
e ser cúmplice de algo maior
ser um todo
ser uno
amar
amar
amar
Débora Segala
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
MULHERES
Nós, elas, aquelas, Marias, Manoelas
Maníacas
Aquarelas
Cheias de vida
de celulite e neuras
não irrite uma de nós
sabemos impor um ser feroz.
Sorrindo e chorando
nem sempre somos coerentes
mas quando estamos amando
ninguém é inocente.
sOmOs cOrAçÃo
somos corpo
e alma
vida e morte
música
complexidades
aqui entre nós somos puro poder!
Abraço mulheres maravilhosas!
Débora Segala
domingo, 31 de julho de 2011
Chove Chuva!
Acho a chuva no inverno nostálgica, poética, introspectiva, por isso selecionei um pouco da arte da chuva.
Chuva
Do alto a brisa molhada
vai descendo e desenhando
como que se sentindo agoniada
vai vivendo e chorando.
No breu noturno do universo
canta a controvérsia...
Débora Segala
Pensei em uma música da Vanessa da Mata que fala de chuva mas não pude deixar de lembrar de uma piadinha muito espirituosa que minha amiga Lene me mandou por e-mail, vou postar pois chuva também trazer umas risadas, não é?
ai = Dor
ai ai = Amor
ai ai ai = Preocupação
ai ai ai ai = Música Sertaneja
ai ai ai ai ai = Música Mexicana
ai ai ai ai ai ai ai ai ai ai ai = Vanessa da Matta
ai ai = Amor
ai ai ai = Preocupação
ai ai ai ai = Música Sertaneja
ai ai ai ai ai = Música Mexicana
ai ai ai ai ai ai ai ai ai ai ai = Vanessa da Matta
Chove. Há silêncio, porque a mesma chuva
Não faz ruído senão com sossego.
Chove. O céu dorme. Quando a alma é viúva
Do que não sabe, o sentimento é cego.
Chove. Meu ser (quem sou) renego... Tão calma é a chuva que se solta no ar
(Nem parece de nuvens) que parece
Que não é chuva, mas um sussurrar
Que de si mesmo, ao sussurrar, se esquece.
Chove. Nada apetece...
Não paira vento, não há céu que eu sinta.
Chove longínqua e indistintamente,
Como uma coisa certa que nos minta,
Como um grande desejo que nos mente.
Chove. Nada em mim sente...
Fernando Pessoa
Abraço
Débora Segala
sexta-feira, 29 de julho de 2011
TEBE INTERESNO - FANTÁSTICO
A arte do designer russo Tebe Interesno pode ser classificada de duas formas, a primeira seria “intervenção”, a segunda seria “mistura”. Misturando ilustração, fotografia e manipulação ele modifica o sentido primário de uma fotografia e traz uma nova interpretação daquela imagem.
COISA DE GÊNIO CRIATIVO:
eLE cRITiCa, cHoCA, eNcAnTa...
rEgANdo A TErRA!
pOtENcIaL dE gUeRRa nAs mãOs dE qUeM?
uAU!
...
sUbScREvO-mE!
DÉBORA SEGALA
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